Agora estava pensando num título para esse post… Olhei no relógio e ele marcava 11:11, e automaticamente lembrei como isso se tornou uma mania – ou meme – entre os internautas… Um que eu detesto, aliás. E DAÍ QUE VOCÊ OLHOU NO RELÓGIO E OS NÚMEROS ESTAVAM REPETIDOS? E daí que isso sempre te acontece, meeeu! Isso acontece várias vezes ao dia, e você olhou no relógio muitas outras vezes, mas claro que só reparou naquela vez em que os números se repetiram.
Essa característica das pessoas em relacionar tudo, reparar nas coincidências, me incomoda também no que diz respeito à astrologia, mas isso fica para outro post. Quero propor um exercício, que pode ser feito andando na rua ou no trânsito… Pense num modelo específico de carro, que você acha que não vê muito, ou que signifique algo para você. Por exemplo, esses dias minha mãe comprou um Fiesta… Comecei a reparar nos Fiestas que passavam pela rua ou estavam estacionados… Um, dois… De repente, parecia haver muito mais Fiestas na face da terra do que eu jamais imaginara… Impressionante? Ou só se destacou porque eu passei a prestar mais atenção naquilo?
Eu penso nisso como uma forma do nosso cérebro não se sobrecarregar com a quantidade de informação que recebemos. Faça o teste com o tema de sua preferência. Depois me conte se você ainda se impressiona com 11:11…
(Aliás, o post se chama 11:12 porque antes de que eu pudesse voltar ao computador e colocar o título, já eram 11:12)
16 março, 2010 às 12:10 pm |
Faz tempo que você me ensinou isso… Ao comentar do carro cor de uva, lembra?
Creio que estamos sempre em busca de significados, por isso admiramos a sincronicidade.
Já brinco de ‘Carro Amarelo’?
* Ah, você me ensinou a ver a vida de forma cronópica, a me rconhecer nela!
Beijo
16 março, 2010 às 12:54 pm |
Lembro vagamente… me conta de novo a história? hehe
Fico muito feliz que tenha “ensinado” algo… que delícia de comentário! Beijos!
16 março, 2010 às 8:57 pm |
Há muito tempo você comentou algo parecido (inversamente), quando a namorada tinha um carro vinho e você pensava que era o único na face da terra, até perceber, posteriormente, que existiam vários. (Às vezes condicionamos a visão né?)
Nesse ‘há muito tempo’ você me serviu um whisky e me contou as aventuras de Cortázar. Desde então o adotei e somos felizes para sempre! (E assim é a vida com seus passos, pessoas vem e vão e cruzam nossos caminhos. Algumas ignoram a flor, outras regam e as mais especiais plantam uma sementinha)
Beijos menina!