11:12

16 março, 2010

Agora estava pensando num título para esse post… Olhei no relógio e ele marcava 11:11, e automaticamente lembrei como isso se tornou uma mania – ou meme – entre os internautas… Um que eu detesto, aliás. E DAÍ QUE VOCÊ OLHOU NO RELÓGIO E OS NÚMEROS ESTAVAM REPETIDOS? E daí que isso sempre te acontece, meeeu! Isso acontece várias vezes ao dia, e você olhou no relógio muitas outras vezes, mas claro que só reparou naquela vez em que os números se repetiram.

Essa característica das pessoas em relacionar tudo, reparar nas coincidências, me incomoda também no que diz respeito à astrologia, mas isso fica para outro post. Quero propor um exercício, que pode ser feito andando na rua ou no trânsito… Pense num modelo específico de carro, que você acha que não vê muito, ou que signifique algo para você. Por exemplo, esses dias minha mãe comprou um Fiesta… Comecei a reparar nos Fiestas que passavam pela rua ou estavam estacionados… Um, dois… De repente, parecia haver muito mais Fiestas na face da terra do que eu jamais imaginara… Impressionante? Ou só se destacou porque eu passei a prestar mais atenção naquilo?

Eu penso nisso como uma forma do nosso cérebro não se sobrecarregar com a quantidade de informação que recebemos. Faça o teste com o tema de sua preferência. Depois me conte se você ainda se impressiona com 11:11…

(Aliás, o post se chama 11:12 porque antes de que eu pudesse voltar ao computador e colocar o título, já eram 11:12)

Anúncios

Samba, samba, samba lelê

17 novembro, 2008

é, esse fim de semana passei por uma experiência que abriu minha cabeça

update médico: tudo bem, só uma semaninha de frankenstein e pronto.

Relacionamentos – eu sempre estou neles

23 outubro, 2008

eu devo ser, dentre a maioria das pessoas que conheço, a que esteve por menos tempo num “relacionamento estável”. Mas aí vem aquela história da velha a fiar: estava eu em meu lugar, e alguma coisa veio me incomodar.

Não, eu não estou falando de infidelidades, isso fica pra outro momento. Estou falando de participar da vida de alguns casais, e geralmente nos piores momentos possíveis, aqueles de crise, de angústia, de irracionalidades, de tristeza. Eu queria conseguir simplesmente falar “poxa, é mesmo? Vcs brigaram? calma, tudo vai se resolver…”.

Mas eu tenho algo que faz essas pessoas virarem pra mim e contarem coisas. Tipo, sinto que tem uma abordagem diferente comigo. Daí eu ouço as histórias mais bizarras sobre pessoas que eu gosto muito – porque às vezes todo mundo faz umas merdas colossais mesmo – e me sinto IMPELIDA a fazer algo pra ajudar.

E, olha, eu acho sinceramente que é melhor para o casal ter alguém mediando. Não ali, tipo juiz de boxe, mas alguém que se importe o suficiente, tentando fazer a pessoa enxergar por fora da intriga e da dinâmica do casal.

E eu sofro, e eu tenho aquelas conversas intensas que equivalem a uma maratona de 5km, fumo dezenove cigarros em uma hora, eu VIVO essas crises. E já foi muito pior, eu diria que atualmente tenho conseguido até me envolver menos.

Eu só tenho receio quanto a que contribuição isso pode trazer aos meus – possíveis? – relacionamentos. Porque para os dos amigos ficamos naquela situação “eu fiz a minha parte. valorize meu esforço e faça a sua… se não der certo, a gente toma um porre”. Agora, pra mim, além da sensação de ajudar um amigo, o que fica? Fica muitas vezes um cinismo, uma visão bem menos atraente do que é essa instituição relacionamento.
Mas dá igualmente aquela impressão de ter aprendido a não fazer tal coisa, não falar de tal jeito ou implicar com tal coisa. O que relevar, sobre o que conversar e em que momento.

Espero realmente encontrar um meio-termo dessas sensações… Porque se tem uma coisa para que um monte de teoria serve muito pouco é pra esses tais “relacionamentos”. Principalmente quando é com a gente.

Por acaso

23 outubro, 2008

Pois é, amanhã tem show do Gogol Bordello no TIM Festival, estaremos lá…

Um dia desses o Felipe me disse que eu conhecia a banda, porque já tínhamos visto um documentário de 2006 chamado “Kill your idols” sobre a “art-punk scene” de Nova York, e os ciganos apareciam entre outras bandas como o Yeah Yeah Yeahs. Eu, pra variar, não me lembrava.

Daí hoje fui dar uma olhada no Pitchfork media e voilà: somente essa semana é possível ver esse documentário no site deles.

No pique

15 outubro, 2008

estou gostando de voltar a escrever… Vamos ver quanto tempo vai durar… Meu vício pelo Blip.fm durou dois dias inteiros. Agora só entro lá de vez em quando, gosto mais de ficar ouvindo música na Last.fm, que vai escolhendo pra mim e me mostrando coisas legais – hoje, por exemplo, estou ouvindo várias bandas indies argentinas bacanas, em “artistas parecidos com Rosal”.

14 outubro, 2008

Digite no Google

14 outubro, 2008

Sarna pra se coçar

Felicidade

Encrenca

Um amor

Nemo

Não errar

Pois então

14 outubro, 2008

Acho que fiquei com vontade de escrever de novo, talvez porque tenha lido muito na internet ultimamente e como ninguém atualiza o blog tão desvairadamente, o melhor que eu tinha para fazer com o restante do meu enorme tempo livre era postar aqui.

Hoje às nove da manhã, na padaria, presenciei uma cena emocionante. Duas garotas, com trajes brancos típicos de médicas/ dentistas/ prof. da saúde, estavam mandando uma porção de carne acebolada com pãozinho e tomando uma cerveja. Tudo bem, eu já tinho visto tiozão descendo uma branquinha às sete, mas como se fosse um remédio, rapidamente.

Essas moças me intrigaram porque não estavam com cara de quem tinha virado a noite e portanto, estariam fazendo um happy hour merecido. Também não pareciam estar revoltadas, pós pedido de demissão ou algo assim. E, o mais legal, não estavam nem aí se pareciam uma aberração sentadinhas batendo papo e tomando uma cerveja.

Já quero fazer isso. Alguém se habilita?

Jardim Jacira’s Next Top Model

22 junho, 2008

SO LINDA

Isso mesmo, aderi ao movimento estético SO LINDA, patrocinado e sustentado por Ana Laura Mello.

Acompanhe a saga pelo meu Flickr. Você não irá se arrepender, MUITO MENOS EU!

Aspas

21 junho, 2008

“A única coisa de doze anos que eu gosto é uísque.”